Di Maria analisa saída do Rosário e o futebol brasileiro é uma das opções
Jogador pretende continuar novos desafios antes do fim da carreira
Mesmo sendo um dos grandes nomes do futebol argentino em 2026, o meia-atacante Di Maria começou a avaliar uma possível saída do clube e o futebol brasileiro aparece como uma das alternativas mais fortes para a sequência da carreira. A informação ganhou força, após relatos de pessoas próximas ao jogador indicarem insatisfação com o cenário atual do futebol argentino.
Di María retornou ao Rosario Central em meados de 2025 com o objetivo de encerrar a carreira no clube onde foi revelado. O argentino abriu mão de propostas financeiramente maiores para voltar ao futebol sul-americano e disputar novamente a Libertadores pelo time do coração. O contrato assinado com o Rosario é válido até junho deste ano.
Apesar da identificação com o clube, o camisa 11 estaria incomodado com problemas extracampo. Pessoas próximas afirmam que Di María passou a considerar seriamente uma mudança para outro país da América do Sul.
O futebol brasileiro surge como possibilidade justamente pelo alto poder financeiro dos clubes da Série A e pela competitividade crescente do campeonato. Flamengo, Inter, Palmeiras e Grêmio aparecem entre os times frequentemente ligados ao nome do argentino.
Situação financeira pode facilitar mudança de Di Maria
Mesmo aos 38 anos, Di María continua valorizado no mercado sul-americano. Em 2026, o argentino soma boas atuações pelo Rosario Central. Além disso, seu desempenho recente reforçou o entendimento de que ele ainda pode atuar em alto nível por mais uma ou duas temporadas.
Nos bastidores, dirigentes brasileiros entendem que uma negociação dependeria principalmente da parte salarial. Atualmente, Di María recebe um dos maiores salários do futebol argentino, com vencimentos estimados em cerca de 2 milhões de dólares por temporada, incluindo bônus e direitos de imagem.

Outro ponto importante é que o argentino não pretende retornar ao futebol europeu neste momento. Sobretudo, a prioridade do jogador seria continuar próximo da família e permanecer no continente sul-americano até o encerramento definitivo da carreira.




