Santos pode assumir dívida do São Paulo para contratar Robert Arboleda
Jogador segue afastado do elenco principal do Tricolor
Nos últimos dias, uma transferência de Robert Arboleda do São Paulo para o Santos ganhou força. A negociação ganha contornos complexos devido a uma pendência financeira que o Tricolor mantém com o empresário do jogador, Pepe Chamorro.
De qualquer forma, para facilitar um acordo o Santos tomou uma decisão. Sendo assim, para viabilizar a chegada do zagueiro equatoriano à Vila Belmiro, o Peixe estuda assumir essa dívida como parte do acordo.
O atleta, que por anos foi um dos pilares da defesa são-paulina, vive um momento de incerteza no Morumbi.
Atualmente afastado do elenco principal e treinando em separado, o defensor de 34 anos não faz mais parte dos planos imediatos da comissão técnica, mesmo com contrato válido até o fim de 2027. A dívida em questão, que gira em torno 642 mil referente a comissões e acordos passados, tem sido um entrave para o São Paulo em diversas frentes.
Assumindo os valores pendentes, o Santos oferece uma solução que beneficia o rival financeiramente, ao mesmo tempo, facilita a liberação de um atleta que possui um custo mensal elevado para os cofres tricolores. Além disso, essa estratégia de “herdar” dívidas não é inédita no futebol, mas exige uma análise jurídica e financeira minuciosa.
Santos tem proposta para conseguir Arboleda
O Santos pretende diluir os valores devidos ao agente ao longo do contrato de Arboleda, transformando a pendência em luvas ou bônus contratuais. Para o jogador, a mudança representaria a oportunidade de voltar a atuar regularmente em um clube de grande expressão.
Com passagens pela seleção do Equador e vasta experiência em competições continentais, o zagueiro traria a liderança necessária para um setor que busca maior estabilidade. Sua capacidade técnica e imposição física são atributos que o Peixe considera fundamentais para seus objetivos na temporada.

Entretanto, o sucesso da operação depende de um consenso entre as três partes envolvidas. O São Paulo precisa aceitar os termos da liberação, o agente deve concordar com a nova forma de recebimento da dívida e o Santos deve garantir que a operação não comprometa seu orçamento.




